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Criminoso se passa por presidente do TJ-PI e aplica golpe em mulher por telefone

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Criminoso se passa por presidente do TJ-PI e aplica golpe em mulher por telefone

O caso foi registrado na Delegacia de Crimes de Informática. A mulher realizou dois depósitos e, após perceber que não receberia o pagamento, registrou o boletim de ocorrência.

 

Boletim de ocorrência registrado na delegacia — Foto: Arquivo PessoalBoletim de ocorrência registrado na delegacia — Foto: Arquivo Pessoal

Boletim de ocorrência registrado na delegacia — Foto: Arquivo Pessoal

 

Um criminoso, ainda não identificado, se passou pelo presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, o desembargador Sebastião Martins, e aplicou um golpe em uma mulher nessa quarta-feira (15). O suspeito pediu para a vítima o pagamento de custos e impostos referente ao seu precatório. O caso foi registrado na Delegacia de Crimes de Informática, em Teresina.

De acordo com o boletim de ocorrência, um suposto funcionário do tribunal entrou em contato com a mulher informando que o precatório estava com a guia de pagamento liberada e que ela teria que ligar para o desembargador.

A vítima entrou em contato e o criminoso, que se passou pelo presidente do TJ, alegou que ela receberia uma quantia de R$ 68 mil, porém, teria que realizar um depósito de R$ 5,5 mil para ocorrer a liberação do dinheiro.

 
Comprovante dos depósitos — Foto: Arquivo PessoalComprovante dos depósitos — Foto: Arquivo Pessoal

Comprovante dos depósitos — Foto: Arquivo Pessoal

A mulher realizou dois depósitos, um de R$ 2,5 mil e outro de 2,9 mil. Entretanto, o precatório não foi creditado e, em seguida, ela se dirigiu para a Delegacia de Crimes de Informática, onde foi registrado o boletim de ocorrência e o golpe foi configurado como estelionato.

 

TJ não cobra por processos

 

O presidente do TJ-PI informou que os criminosos entraram em contato com muitas pessoas pedindo o pagamento das custas processuais. Mas o desembargador Sebastião Martins reiterou que o precatório não possui custos e que o Tribunal não faz contato em relação a esses casos.

“Tem pessoas, estelionatários, ligando para os credores de precatórios dizendo para depositar dinheiro dos custos processuais. Em primeiro lugar, o precatório não tem custo, é de graça. Se a pessoa tem crédito precatório, o TJ não manda e-mail nem telefona”, afirmou.

G1

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