Baltashow Notícias

Justiça Federal mantém solto ex-chefe da Casa Civil do governo Sérgio Cabral

Politica

Justiça Federal mantém solto ex-chefe da Casa Civil do governo Sérgio Cabral

Na decisão desta quarta-feira, desembargadores estabeleceram novas medidas cautelares contra Régis Fichtner. Ele é suspeito de ter recebido R$ 1,5 milhão em propina, entre outros crimes.

Justiça mantém Régis Fichtner solto e impõe cautelares

A 1ª Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) concedeu parcialmente, por unanimidade, nesta quarta-feira (13), pedido de habeas corpus para Régis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil do governo Sérgio Cabral. Com isso, os desembargadores mantiveram Fichtner solto.

O TRF-2 é responsável por processos da Operação Lava Jato em segunda instância no Rio. Na decisão desta quarta-feira, os magistrados estabeleceram três novas medidas cautelares: a suspensão do exercício da função de procurador do estado, a proibição de ingressar em dependências do governo do estado e a proibição de contato com outros investigados.

 
Régis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil do governo Sérgio Cabral, chega à sede da PF no Rio após ser preso (Foto: Severino Silva/Agência O Dia/Estadão Conteúdo)Régis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil do governo Sérgio Cabral, chega à sede da PF no Rio após ser preso (Foto: Severino Silva/Agência O Dia/Estadão Conteúdo)

Régis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil do governo Sérgio Cabral, chega à sede da PF no Rio após ser preso (Foto: Severino Silva/Agência O Dia/Estadão Conteúdo)

Régis Fichtner, no entanto, permanece com o passaporte recolhido e deverá se apresentar em juízo a cada 60 dias. Um dos homens de confiança de Cabral, ele foi preso em 23 de novembro na Operação C'est Fini. Para o Ministério Público Federal, há indícios de que ele recebeu de R$ 1,5 milhão em propina entre 2007 e 2014.

Os procuradores também consideraram suspeitas duas medidas que tiveram a participação direta dele: a autorização para que uma empresa usasse precatórios para pagar impostos atrasados no valor de R$ 74 milhões sem pagar multas e com redução dos juros. A advogada da empresa era Adriana Ancelmo, a mulher de Sérgio Cabral.

Regis Fichtner também participou da concessão de benefícios fiscais de R$ 1,2 bilhão a empresas que eram assessoradas pelo escritório de advocacia dele.

G1

ENVIE NOTÍCIAS PARA O EMAIL
redacao.baltashow@gmail.com
whatsapp Baltashow 63.84688254

Deixe seu comentário aqui:

Os comentários publicados aqui não representam a opinião da Baltashow Notícias e são de total responsabilidade de seus autores.