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Servidor público vai a júri acusado de matar namorada espancada em Cuiabá

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Servidor público vai a júri acusado de matar namorada espancada em Cuiabá

Segundo depoimentos, o casal teria consumido álcool e drogas no dia do crime. Vítima morreu em 2011 em um hospital particular de Cuiabá após ser espancada pelo namorado.

 

Silvânia Menegildo Valente foi morta pelo namorado em 2011 em Cuiabá — Foto: TV Centro América/ReproduçãoSilvânia Menegildo Valente foi morta pelo namorado em 2011 em Cuiabá — Foto: TV Centro América/Reprodução

Silvânia Menegildo Valente foi morta pelo namorado em 2011 em Cuiabá — Foto: TV Centro América/Reprodução

O servidor público João Batista Andrade vai a júri na manhã desta quarta-feira (10) acusado de matar a namorada espancada Silvânia Menegildo Valente, de 37 anos, em novembro de 2011, no Bairro Santa Amália, em Cuiabá.

O júri começou às 9h no Fórum da capital mato-grossense.

De acordo com a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE), João, utilizando uma picareta sem cabo, deu golpes contra a vítima. Segundo depoimentos colhidos em instrução judicial, o casal teria consumido álcool e drogas no dia do crime.

Ele será julgado pelo homicídio qualificado (emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima).

 

O caso

 

A vítima, que também era funcionária pública, morreu no dia quatro de novembro de 2011 em um hospital particular de Cuiabá após ser espancada pelo namorado. A vítima deu entrada no hospital na noite do dia 3 de novembro depois de ter sido encontrada desacordada dentro de casa do namorado, no bairro Santa Amália, na capital, com graves ferimentos na cabeça.

No dia do crime, vizinhos disseram à polícia que ouviram gritos de uma mulher vindo de dentro da casa. Em seguida, viram um carro deixar a residência em alta velocidade.

Momentos depois, entraram na casa e encontraram Silvânia desacordada no chão. Ela recebeu atendimento médico, mas morreu no hospital em virtude de um traumatismo craniano.

No local do crime, segundo a polícia, foram apreendidos um martelo e uma picareta com possíveis sinais de sangue.

João disse em depoimento à Polícia Civil de Mato Grosso que não se lembra de ter cometido o crime. Ele contou que no dia 3 de novembro consumiu, horas antes da suposta agressão, muitas drogas e bebidas alcoólicas.

G1

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